31.1.10

UM RAIO DE LUZ

O gabinete daquela escola de ensino médio se convertera, por alguns momentos, em palco para uma cena constrangedora.

Um aluno de 16 anos de idade estava ali, sentado, cabeça baixa, pensamento em desalinho, aguardando a sentença final.

Os pais, desolados, olhavam em silêncio para o filho, sem saber o que dizer diante daquele momento acerbo.

 Vários de seus professores já haviam dado seus depoimentos, todos desfavoráveis ao jovem rebelde.

 Se o garoto fosse expulso seria um peso a menos na sua árdua obrigação de ensinar...

Se se livrassem daquele estorvo sua tarefa ficaria mais leve, talvez pensassem alguns daqueles educadores.

O silêncio enchia a pequena sala, quando chegou o último professor para dar seu parecer sobre a questão: era o professor de física.

Homem maduro, lúcido, educador por excelência, sentou-se e, antes de dizer qualquer palavra, olhou detidamente nos olhos de cada uma daquelas criaturas ali sentadas, e sentiu-se extremamente comovido diante da situação.

Como poderia ajudar a resolver a questão sem prejuízo para o seu aluno? Afinal, para aquele nobre mestre, expulsar um aluno seria decretar a própria falência como educador.

Então, ele olhou carinhosamente para a mãe e perguntou: o que está havendo?

O que aconteceu para que a situação chegasse a esse ponto?

Tamanha era a vibração de ternura que emanava da voz suave do educador, que a mãe se sentiu amparada na sua desdita e decidiu falar.

Olhou com afeto para o filho, e, num tom de extremado carinho disse: meu filho!

O jovem, diante da pequena frase que ecoou em seu íntimo com mais força do que mil palavras de reprimenda, desatou a chorar...

Chorou e chorou, compulsivamente...

A comoção tomou conta do gabinete e as lágrimas rolaram quentes dos olhos daqueles pais sofridos, e também do professor e da diretora.

Após quase meia hora, as lágrimas foram cedendo lugar a um certo alívio, como se uma chuva de bênçãos tivesse lavado o travo de fel que pairava sobre a pequena assembléia...

Quebrando o silêncio, o garoto falou: mãe, posso lhe prometer uma coisa?

Vocês nunca mais virão à escola por motivos como este.

Um ano se passou, e a promessa que o jovem fez se cumpriu.

Um dia, o professor encontrou seu aluno no corredor da escola e lhe fez a pergunta que há muito desejava fazer: o que fez você mudar, aquele dia, no gabinete?

E o jovem respondeu, um tanto constrangido: é que minha mãe nunca havia me chamado de meu filho. Aquelas duas palavras, professor, pronunciadas pela minha mãe com uma sonoridade espiritual tão profunda, foram o suficiente para eu mudar o rumo da minha vida...

O rapaz se despediu e se foi, deixando o mestre absorto em seus pensamentos...

Em sua mente voltou a cena daquele dia distante, em que adentrou a pequena sala do gabinete...

Em suas conjecturas se perguntou sobre qual seria a situação daquele moço, se tivesse sido expulso da escola naquela oportunidade...

Pensou também na força da pequena frase: meu filho! E ficou a imaginar quão poderoso é o afeto de mãe.

E, como homem notável e admirável educador, concluiu, em seus lúcidos raciocínios: o dia que as mães quiserem, elas mudarão o mundo.

E foi assim que essa história teve um final feliz...

Um final feliz graças ao pequeno gesto de um professor...

Seu gesto foi como um raio de luz que penetrou aqueles corações com tamanha suavidade, que foi capaz de mudar para sempre a vida daquela família...

Pense nisso sempre que o seu parecer for solicitado diante de qualquer situação.

(Da equipe de Redação do Momento Espírita, com base em palestra proferida pelo Prof. Raul Teixeira, em Campo Largo-PR, no dia 10/12/05)

28.1.10

O TEMPO QUE FOGE

Contei meus anos e descobri que terei menos anos para viver daqui para frente do que vivi até aqui. Tenho mais passado que futuro.

Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ele chupou displicentemente, mas percebendo que faltavam poucas, começou a roer até o caroço.

Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Já não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sortes.

Já não tenho tempo para conversas intermináveis, sobre assuntos inúteis... Sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha. Já não tenho tempo para administrar melindres, orgulhos e mentiras de pessoas que, apesar da idade cronológica, são imaturas.

Detesto acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral. Lembro sempre de Mário de Andrade que afirmou: as pessoas não debatem conteúdos, apenas rótulos.

Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana. Que saiba rir de seus tropeços, que não se encante demasiadamente com seus triunfos, que não se considere eleita antes da hora e que não fuja da sua mortalidade.

Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade. Que saibam amar e respeitar os semelhantes. Porque é dessas coisas essenciais que é feita a vida.

Crônica extraída do livro Creio, mas tenho dúvidas, de Ricardo Gondim - Editora Ultimato.

A ARTE DE VIVER JUNTOS

Muitas pessoas formam um casal
pensando que vão iniciar uma grande brincadeira
cujo objetivo maior é o prazer.
A experiência mostra que eles que pensam apenas
no gozo são os que mais sofrem numa relação.

Depois de algum tempo, vêm as insatisfações,
as frustrações, as cobranças, a rotina e o tédio.
A pessoa se sente como um peixe no anzol:
tentou comer a minhoca
e acabou virando comida de pescador!

Quando duas pessoas desejam se unir,
devem criar um espaço no qual possam
desenvolver a capacidade de viver a dois,
buscar soluções criativas à medida
que os obstáculos aparecem e aprendem
a desfrutar todas as formas de viver com amor.

Após a grande libertação sexual dos anos 60 e 70,
ficou fácil para as pessoas se encontrar
e ter relacionamentos ocasionais,
em que aliviam as tensões,
conhecem gente diferente
e gozam de momentos agradáveis.
Mas, ao mesmo tempo, cada vez mais,
elas sofrem com a "ressaca sexual"
- aquela sensação de vazio, culpa e insatisfação
que acompanha tais relacionamentos.

A pessoa acorda de manhã e se pergunta:
"Meu Deus, o que estou fazendo nesta cama,
ao lado desta pessoa:" Já dizia um poeta:
"Deitei ao lado de um corpo
e acordei à beira de um abismo..."

A ressaca sexual aparece toda vez que se comete
uma agressão íntima contra si mesmo e,
sem dúvida, é um aviso
de que precisa ser mais cuidadoso.
No passado, muitas pessoas experimentavam
a "ressaca moral" por ter transgredido
uma regra aprendida na infância,
como a norma de que se deve ser fiel ao esposo
ou praticar sexo apenas depois do casamento.

Mas hoje o que nos chama a atenção
é a ressaca sexual, cada vez mais experimentada
por mulheres e homens que tiveram um grande
número de relações superficiais e passageiras.
Passada a euforia da "liberação sexual",
as pessoas estão sentindo falta
de relações profundas e sólidas!
Estar com alguém plenamente é um caminho de
crescimento, um aprendizado de viver a dois;
é a possibilidade de vencer o medo da entrega
e de se conhecer no mais íntimo.

Conviver com alguém que amamos é o mesmo
que comprar um imenso espelho da alma,
no qual cada um dos nossos movimentos
é mostrado sem a mínima piedade.
Ao mesmo tempo que conhecemos melhor o outro,
entramos em contato com nossas inseguranças
também. E aí começa o inferno...
Em vez de encarar a verdade e de ver a imagem
temida do verdadeiro eu, tenta-se quebrar o espelho.
Como é possível quebrar esse espelho?
Há muitas formas, porém as mais freqüentes são:
fugir da intimidade, culpar o outro, não assumir
as próprias responsabilidades na relação
desacreditar o amor.

Viver com alguém que se ama é uma oportunidade de
conhecer o outro, mas também a maior chance
de entrar em contato consigo mesmo.
Apenas quando conseguimos nos enxergar
por inteiro é que percebemos o medo de nós mesmos
e nos damos conta de que precisamos evoluir
para nos tornar pessoas melhores.
Começamos, então, a nos capacitar para o amor.
Um dia, perguntaram a um grande mestre
quem o havia ajudado a atingir a iluminação,
e ele respondeu: "Um cachorro".

Os discípulos, surpresos, quiseram saber
o que havia acontecido, e o mestre contou:

"Certa vez, eu estava olhando um cachorro,
que parecia sedento e se dirigia a uma poça d'água.
Quando ele foi beber, viu sua imagem refletida.
O cachorro, então, fez uma cara de assustado,
e a imagem o imitou. Ele fez cara de bravo,
e a imagem o arremedou.
Então, ele fugiu de medo e ficou observando,
distante, durante longo tempo, a água.
Quando a sede aumentou, ele voltou,
repetiu todo o ritual e fugiu novamente.
Num dado momento, a sede era tanta
que o cachorro não resistiu e correu em direção
à água, atirou-se nela e saciou sua sede.

Desde esse dia, percebi que, sempre que eu me
aproximava de alguém, via minha imagem refletida,
fazia cara de bravo e fugia assustado.
E ficava, de longe, sonhando com esse
relacionamento que eu queria para mim.
Esse cachorro me ensinou que eu precisava
entrar em contato com a minha sede
e mergulhar no amor, sem me assustar com as
imagens que eu ficava projetando nos outro".

Texto extraído do livro:
Amar Pode Dar Certo, de Roberto T. Shinyashiki.

30.10.09

NOVO JEITO DE AMAR



Clique no PLAY para ver a apresentação. Ligue o som.
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24.9.09

O QUE NÃO MATA FORTALECE

Todo mundo adora histórias de pessoas que foram transformadas por seus problemas. O sujeito tem aquela vida tranqüila e, de repente, é jogado no meio de um furacão, maremoto, enchente, crise de herpes com ciática, é despedido, o cachorro morre atropelado pelo entregador de pizza... E depois de quase tudo perdido, ele consegue dar a volta por cima. Vencedor no final, sai de peito aberto para enfrentar o mundo dizendo: "Preferia que tal coisa não tivesse acontecido, mas agora que aconteceu, me tornei uma pessoa melhor!".

A capacidade de reagir positivamente a um evento negativo não é uma exclusividade dos bravos e durões do cinema. Esta característica está aí, profundamente incrustada na sua mente, faz parte do seu organismo. Você pertence à espécie humana? Então você possui tudo que é necessário para transformar seus limões em uma bela limonada.

Há algum tempo, os cientistas vêm se debruçando para elucidar o que eles batizaram de Crescimento Pós-Traumático, que nada mais é senão uma versão sofisticada para o ditado "O que não me mata, me fortalece". Os especialistas observaram que mais de 50% das pessoas que passaram por problemas sérios dizem que a adversidade as tornou de algum modo melhores, mais fortes, mais esclarecidas - e, por que não dizer, mais felizes. Mesmo após as mais terríveis experiências, apenas uma pequena proporção das pessoas que sobrevivem a elas se torna cronicamente perturbada. A resposta mais comum é a superação. E, muitas vezes, acompanhada de um profundo crescimento pessoal.

Paradoxo

Esta constatação, de que necessitamos dos problemas para extrair o melhor da vida, é um dos maiores paradoxos da felicidade. Para experimentar uma vida humana completa, não basta levar uma existência tranqüila e imperturbável. É preciso mudar, crescer, confundir-se, tropeçar, sacudir velhas idéias e adquirir novos valores - e, algumas vezes, este processo dói. Os problemas ! graves também desafiam a idéia de que "coisas ruins não acontecem para pessoas boas". Você quer pensar que possui controle sobre tudo, que plantando o Bem apenas o Bem lhe acontecerá. Entretanto, apesar da garantia de dor e desconforto, você deve saber que a maioria dos que enfrentaram grandes adversidades diz que a dificuldade os tornou mais tolerantes, mais capazes de perdoar e de trazer paz para situações problemáticas.

Depois da tormenta, estas pessoas se tornaram capazes de identificar claramente a tolice das ambições materiais, e passaram a investir mais no prazer da companhia da família e dos amigos. Os diplomados em Crescimento Pós-Traumático não dizem que o que passaram foi maravilhoso, mas não esperavam que aquela tribulação pudesse resultar em crescimento interior. E terminaram ganhando muito mais do que jamais poderiam ter imaginado. Pense nisso da próxima vez que um problema estiver batendo à sua porta: sempre existirá um lado bom. Até mesmo no lado ruim.

Escrito pelo Dr. Alessandro Loiola, médico, escritor e palestrante. Autor de, entre outros livros, "Para Além da Juventude - Guia para uma Maturidade Saudável" (Editora Leitura). Fale com ele pelo e-mail aloiola@brpress.net

26.3.09

A FACE DO CRYSTAL METH (METANFETAMINA)

David Parnell shot himself while under the influence of meth.
He literally split his face in two.
He miraculously survived and is now a public speaker.
He's determined to use his second chance...

Amigos, ao visitar o Blog do compositor Gabriel O Pensador, vi um post de arrepiar. Mas não é só de arrepiar, é também de educar, de ensinar e de prevenir. Gabriel fala sobre dependência química e dá um mergulho em alguns documentários sobre crystal meth (metanfetamina) que estão na internet. Como não consigo fazer link direto para aquele post, deixo aqui o endereço da página. Quem quiser ver no Blog dele, deve clicar no link abaixo e depois ir rolando a tela até encontrar o post "O que vocês acham?", datado de 23.10.2008. Mas deixo aqui uma opção prática. Reproduzo, abaixo, os comentários dele, cumprimentando-o pela matéria e pedindo licença para aqui colocar parte dela. Mais abaixo, ao final, adicionei os quatro vídeos que o Gabriel citou ou adicionou no Blog dele.

http://bloglog.globo.com/blog/blog.do?act=loadSite&id=169&mes=10&ano=2008

"Caí por acaso nuns vídeos aqui no youtube que falam sobre a dependência a uma droga chamada crystal meth, ou metanfetamina.

Metanfetamina - (ice, speed, glass, crank): É um potente estimulante do SNC, sendo um pó branco cristalino, inodoro. Pode ser cheirado, fumado, inalado, injetado ou tomado por via oral. Produz aumento de atividades em geral, fala acelerada, insônia, diminuição do apetite. (...) seu abuso está relacionado com agressividade, violência, perda de memória, aumento da pressão arterial, taquicardia. Pode produzir estados psicóticos, inclusive alucinações. Droga presente no Brasil há pelo menos 60 anos.

Ao ver imagens com rostos e corpos de pessoas desfiguradas em poucos meses ou anos de uso, já fiquei bolado. Depois achei um vídeo sobre um caso tão surpreendente que pensei em botar no blog. Na verdade, ainda estava na dúvida, pois pretendia escrever outra coisa, mas ao ouvir o nome do sétimo filho deste suicida, decidi postar aqui sua história.

Pra quem não fala inglês, traduzo livremente o que rolou:

David, 35, casado e pai de seis filhos até então, nasceu num dia de Natal e, aos treze anos, começou a fumar maconha com seu pai, depois partiu pra várias outras drogas (estou só traduzindo, lembrem-se disso). Ao conhecer o “meth”, ou a metanfetamina, sentiu-se forte como o “superman”, sem precisar comer nem dormir... Gostou! Com o uso, passou a ter várias paranóias, escondia-se no mato e achava que todos que passavam eram policiais disfarçados querendo matá-lo. Pelo que entendi, por pouco não chegou a cometer um homicídio.

Ele via pessoas-sombra “no canto dos seus olhos”, mas olhava pro lado e não havia ninguém. Seus seis filhos morriam de medo dele. Assistiam-no brigar com a esposa. David tinha pensamentos sobre matar a família inteira. Tentou enforcar-se e quase conseguiu, mas a corda rompeu-se e, depois deste susto, chegou a ficar “limpo” por cinco meses. Voltou pro Ice e teve um surto em que disparou duzentos(!) tiros no teto de sua casa, pois imaginava ouvir pessoas andando lá em cima (se você mora num apartamento, reze para que isto nunca aconteça com o seu vizinho debaixo!).

Fevereiro de 2002. Ele já está muito mal por causa da droga e nem consegue mais ficar mais em pé. A mulher ameaça abandoná-lo e David pede a ela que fique deitada ao seu lado. Ela diz que vai ficar ali um pouquinho mas que está decidida a partir. David pega sua arma (vejam a reconstituição no vídeo, na Parte 2), ela tenta mas não consegue evitar o disparo (vejam o estrago da bala, que entrou pelo queixo e saiu pelo meio dos olhos).

Ele conta que lembra-se da sensação de sua cara explodindo, e de como segurou o rosto pelos dois lados e deitou-se no chão, pedindo desculpas à mulher e dizendo que doía demais, antes de apagar. Só acordou três dias depois.

David acredita ter estado no inferno e lembra-se da sensação de chamar por Deus no escuro – ou “nas trevas”, se assim preferirem os que acreditam em Inferno (em inglês ele disse “in the dark”) – e diz ter ouvido por lá um milhares de gritos de pessoas pedindo socorro. Assim que acordou, no hospital, rabiscou algumas palavras de medo e de gratidão pela segunda chance recebida. Negaram-lhe um espelho, mas ele pôde ver seu rosto no reflexo do vidro e assutou-se bastante (você vai ver por quê). Só sentiu que tudo ficaria bem quando viu sua mulher chegar (“ela não tinha me abandonado, ficou lá comigo”) com a notícia de que estava grávida do seu sétimo filho. Eles batizaram o bebê de --- (adivinhem!).

Um “anjo mensageiro”, segundo David, o bebê na barriga era uma mensagem de Deus avisando que tudo ficaria “OK”. Até o momento da gravação da reportagem, ele já estava livre das drogas por quase dois anos, e fazendo palestras para alertar os estudantes sobre o perigo da dependência química. Ah! Além das drogas, livraram-se das “carabinas” e (acho eu) viveram felizes para sempre! (espero que sim!)


Agora vejam os vídeos. E depois vão estudar inglês! que traduzir isso tudo foi um saco. Só fiz este sacrifício porque eu amo muito vocês e não quero ir para o inferno quando morrer, pois lá, além de muito escuro, também é muito barulhento!

p.s.: Não traduzi nada da “Part 3” do documentário"

PARTE 1 - THE FACE OF METH (CRYSTAL METH OU METANFETAMINA)

PARTE 2 - THE FACE OF METH (CRYSTAL METH 0U METANFETAMINA)

PARTE 3 - THE FACE OF METH (CRYSTAL METH OU METANFETAMINA)

DOCUMENTÁRIO "ANTES E DEPOIS" - METANFETAMINAS:




11.11.08

O EQUILÍBRIO PELA RESPIRAÇÃO

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Se em um momento de tensão alguém lhe disse para respirar fundo, não duvide do conselho. Se você já ouviu falar da relação entre a respiração e a Yoga, a meditação ou as psicoterapias, também não duvide. A respiração correta está relacionada a muitos benefícios, inclusive na Reeducação Postural Global (RPG).

Respiração correta, nesse caso, é a chamada respiração diafragmática, aquela em que o abdômen (e não o tórax) infla no momento da inspiração. Nascemos respirando assim, mas com o estresse e os maus hábitos ao longo da vida, vamos nos adaptando à respiração toráxica.

Para entender melhor esse assunto, veja o vídeo e as matérias acessíveis nos links abaixo.

Reportagem exibida pela Rede Globo (em vídeo).

Síndrome do Pânico e respiração

"Estresse e respiração"

Descobrindo a respiração
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25.10.08

A ESCRAVIDÃO DAS APARÊNCIAS

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"Hoje, como as pessoas não conseguem nem ser nem ter, o grande objetivo de vida se tornou parecer."
(Roberto Shinyashiki)


Observador contumaz das manias humanas, Roberto Shinyashiki está cansado dos jogos de aparência que tomaram conta das corporações e das famílias. Nas entrevistas de emprego, por exemplo, os candidatos repetem o que imaginam que deve ser dito. Num teatro constante, são todos felizes, motivados, corretos, embora muitas vezes pequem na competência. Dizem-se perfeccionistas: ninguém comete falhas, ninguém erra.

Como Álvaro de Campos (heterônimo de Fernando Pessoa) em Poema em linha reta, o psiquiatra não compartilha da síndrome de super-heróis. “Nunca conheci quem tivesse levado porrada na vida (...) Toda a gente que eu conheço e que fala comigo nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho, nunca foi senão príncipe”, dizem os versos que o inspiraram a escrever Heróis de verdade (Editora Gente, 168 págs., R$ 25). Farto de semideuses, Roberto Shinyashiki faz soar seu alerta por uma mudança de atitude. “O mundo precisa de pessoas mais simples e verdadeiras.”

Leia a entrevista publicada pelo site de IstoÉ.
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4.10.08

A ENTREVISTA

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"Sonhei que tinha marcado uma entrevista com DEUS e, chegado o dia e hora do evento tão esperado, lá estava eu aguardando a minha vez.

-Entre, disse Deus. Então, você gostaria de me entrevistar?

-Se tiver um tempinho... disse eu. DEUS sorriu e disse:

-Meu tempo é eterno. Suficiente para fazer todas as coisas; que perguntas você tem em mente?

-O que mais O surpreende na humanidade? DEUS respondeu:

-Que vocês se aborreçam de ser crianças e queiram logo crescer, aí desejam voltar a ser crianças. Que desperdicem a saúde para fazer dinheiro e aí, mais tarde, gastem o dinheiro que ganharam para restaurar a saúde perdida na busca desenfreada de fortunas e prazeres momentâneos que a vida terrena oferece. Que pensem ansiosamente sobre o futuro, esqueçam o presente e, dessa forma, não vivam nem o presente e nem o futuro. Que vivam como se nunca fossem morrer e que morram como se nunca tivessem vivido.
Em seguida, a mão de DEUS segurou a minha e, por um instante, ficamos silenciosos... Então, eu Lhe perguntei:

-Pai, quais são as lições de vida que deseja que seus filhos aprendam?
Com um sorrisom DEUS respondeu-me:

-Que aprendam que não podem fazer com que alguém os ame. O certo é se deixar amar. Que aprendam que o mais valioso não é o que se tem na vida, mas quem se tem na vida. Que aprendam que não é bom se compararem uns aos outros. Porque todos serão julgados, individualmente, sobre seus próprios méritos. Que aprendam que uma pessoa rica não é a que tem mais, mas a que precisa menos. Que aprendam que só é preciso alguns segundos para abrir profundas feridas nas pessoas amadas e que é necessário muitos anos para curá-las... Que aprendam a perdoar, praticando o perdão. Que aprendam que há pessoas que os amam muito, mas que, simplesmente, não sabem como expressar ou demonstrar seus sentimentos. Que aprendam que dinheiro pode comprar tudo, exceto felicidade. Que aprendam que duas pessoas podem olhar para a mesma coisa e vê-las de forma totalmente diferente. Que aprendam que um amigo verdadeiro é alguém que sabe tudo sobre você e gosta de você do jeito que é. Que aprendam que não é suficiente que sejam perdoados, mas que perdoem a si mesmos.
Por um tempo, permaneci sentado, desfrutando aquele momento. Agradeci a DEUS pelo seu tempo e por todas as coisas que tem feito por mim. Ele me respondeu:

-Estarei aqui sempre que alguém precisar de ajuda. Tudo que precisam fazer é chamar por mim. Que todos podem esquecer o que EU fiz, mas, jamais, EU esquecerei de cada um de vocês."


(Autor desconhecido)

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27.8.08

SEU PENSAMENTO COMANDA SUA VIDA



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Quando você muda seu modo de pensar, muda suas crenças.

Quando você muda suas crenças, muda suas expectativas, muda sua atitude.

Quando você muda sua atitude, muda seu comportamento.


Quando você muda seu comportamento, muda seu desempenho.

Quando você muda seu desempenho, você muda sua vida!


(mensagem enviada ao editor sem nome do autor)
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7.7.08

QUAIS SÃO OS SEUS OBJETIVOS ATUAIS?










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Os japoneses sempre adoraram peixe fresco. Porém, as águas perto do Japão
não produzem muitos peixes há décadas. Assim, para alimentar a população, os japoneses aumentaram o tamanho dos navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe do que nunca.
Quanto mais longe os pescadores iam, mais tempo levava para o peixe chegar.
Se a viagem de volta levasse mais do que alguns dias, o peixe já não era fresco. E os japoneses não gostaram do gosto destes peixes.
Para resolver esse problema, as empresas de pesca instalaram congeladores em
seus barcos.
Eles pescavam e congelavam os peixes em alto mar. Os congeladores permitiram
que os pesqueiros fossem mais longe e ficassem em alto mar por muito mais
tempo.
Os japoneses conseguiram notar a diferença entre peixe fresco e peixe
congelado e, é claro, eles não gostaram do peixe congelado. Entretanto, o
peixe congelado tornou os preços mais baixos.
Então, as empresas de pesca instalaram tanques de peixe nos navios
pesqueiros. Eles podiam pescar e enfiar esses peixes nos tanques, como
"sardinhas".
Depois de certo tempo, pela falta de espaço, eles paravam de se debater e
não se moviam mais. Eles chegavam vivos, porém cansados e abatidos.
Infelizmente, os japoneses ainda podiam notar a diferença do gosto. Por não
se mexerem por dias, os peixes perdiam o gosto de frescor.
Os consumidores japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não o gosto de
peixe apático.
Como os japoneses resolveram o problema? Como eles conseguiram trazer ao
Japão peixes com gosto de puro frescor?
Se você estivesse dando consultoria para a empresa de pesca, o que você
recomendaria?
Antes da resposta, leia o que vem a seguir.

QUANDO OS PROBLEMAS NOS FAZEM BEM

Quando as pessoas encontram uma namorada maravilhosa, quando começam com sucesso em uma nova empresa, quando pagam todas as suas dívidas, enfim, quando atingim seus objetivos, as pessoas podem perder as suas paixões. Ainda que inconscientemente, elas podem começar a viver no pressuposto de que não precisam mais trabalhar tanto. Então, relaxam. Elas passam pelo mesmo problema dos ganhadores de loteria, o mesmo problema de herdeiros, que nunca crescem, e de donas-de-casa, entediadas, que ficam dependentes de remédios de tarja preta.
Para esses problemas, inclusive no caso dos peixes dos japoneses, a solução
é bem simples.
L. Ron Hubbard observou, no começo dos anos 50:
"O homem progride, estranhamente, somente perante a um ambiente desafiador". Quanto mais inteligente, persistente e competitivo você é, mais você gosta
de um bom problema.
Se seus desafios estão de um tamanho correto e você consegue, passo a passo,
conquistar esses desafios, você fica muito feliz.
Você pensa em seus desafios e se sente com mais energia.
Você fica excitado e com vontade de tentar novas soluções.
Você se diverte.
Você fica vivo!
Para conservar o gosto de peixe fresco, as empresas de pesca japonesas ainda
colocam os peixes dentro de tanques, nos seus barcos.
Mas, eles também adicionam um pequeno tubarão em cada tanque.
O tubarão come alguns peixes, mas a maioria chega "muito vivo"... e fresco, no desembarque. Tudo porque os peixes são desafiados lá nos tanques.
Portanto, como norma de vida, ao invés de evitar desafios, pule dentro
deles. Massacre-os. Curta o jogo. Se seus desafios são grandes e numerosos, não desista! Reorganize-se! Busque mais determinação, mais conhecimento e mais ajuda.
Se você alcançou seus objetivos, coloque objetivos maiores.
Uma vez que suas necessidades pessoais ou familiares foram atingidas, vá ao
encontro dos objetivos do seu grupo, da sociedade e, até mesmo, da
humanidade.
Crie seu sucesso pessoal e não se acomode nele.
Você tem recursos, habilidades e destreza para fazer a diferença.

Ponha um tubarão no seu tanque e veja quão longe você realmente pode chegar...


(texto enviado ao editor sem citação de autor)


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10.6.08

ATRITOS

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Ninguém muda ninguém; ninguém muda sozinho; nós mudamos nos encontros.
Simples, mas profundo, preciso.
É nos relacionamentos que nos transformamos. Somos transformados a partir dos encontros, desde que estejamos abertos e livres para sermos impactados pela idéia e sentimento do outro.
Você já viu a diferença que há entre as pedras que estão na nascente de um rio, e as pedras que estão em sua foz? As pedras na nascente são toscas, pontiagudas, cheias de arestas. À medida que elas vão sendo carregadas pelo rio, sofrendo a ação da água e se atritando com as outras pedras, ao longo de muitos anos, elas vão sendo polidas, debastadas.
Assim também agem nossos contatos humanos. Sem eles, a vida seria monótona, árida.
A observação mais importante é constatar que não existem sentimentos, bons ou ruins, sem a existência do outro, sem o seu contato.
Passar pela vida sem se permitir um relacionamento próximo com o outro, é não crescer, não evoluir, não se transformar. É começar e terminar a existência com uma forma tosca, pontiaguda, amorfa.
Quando olho para trás, vejo que hoje carrego em meu ser várias marcas de pessoas extremamente importantes. Pessoas que, no contato com elas, me permitiram ir dando forma ao que sou, eliminando arestas, transformando-me em alguém melhor, mais suave, mais harmônico, mais integrado.
Outras, sem dúvida, com suas ações e palavras me criaram novas arestas, que precisaram ser desbastadas. Faz parte...
Reveses momentâneos servem para o crescimento. A isso chamamos experiência.
Penso que existe algo mais profundo, ainda nessa análise. Começamos a jornada da vida como grandes pedras, cheias de excessos. Os seres de grande valor, percebem que ao final da vida, foram perdendo todos os excessos que formavam suas arestas, se aproximando cada vez mais de sua essência, e ficando cada vez menores, menores, menores... Quando finalmente aceitamos que somos pequenos, ínfimos, dada a compreensão da existência e importância do outro, e principalmente da grandeza de DEUS, é que finalmente nos tornamos grandes em valor.
Já viu o tamanho do diamante polido, lapidado? Sabemos quanto se tira de excesso para chegar ao seu âmago. É lá que está o verdadeiro valor...
Pois, DEUS fez a cada um de nós com um âmago bem forte e muito parecido com o diamante bruto, constituído de muitos elementos, mas essencialmente de AMOR. DEUS deu a cada um de nós essa capacidade, a de AMAR... Mas temos que aprender como. Para chegarmos a esse âmago, temos que nos permitir, através dos relacionamentos, ir desbastando todos os excessos que nos impedem de usá-lo, de fazê-lo brilhar.
Por muito tempo em minha vida acreditei que amar significava evitar sentimentos ruins. Não entendia que ferir e ser ferido, ter e provocar raiva, ignorar e ser ignorado faz parte da construção do aprendizado do amor. Não compreendia que se aprende a amar sentindo todos esses sentimentos contraditórios e... os superando. Ora, esses sentimentos simplesmente não ocorrem se não houver envolvimento... E envolvimento gera atrito.
Minha palavra final: ATRITE-SE!
Não existe outra forma de descobrir o AMOR. E sem ele a VIDA não tem significado.

Por Roberto Crema - Presidente do Colégio Internacional dos Terapeutas (UNIPAZ)
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24.3.08

A BUSCA DA FELICIDADE

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O que faz algumas pessoas mais felizes do que outras pode não ser nada do que supõe a imaginação da maioria. Muito se tem descoberto a respeito da busca da felicidade, nos últimos anos. Em matéria da Revista Superinteressante, veja como esses novos conhecimentos podem nos ajudar.

"Felicidade é um truque. Um truque da natureza concebido ao longo de milhões de anos com uma só finalidade: enganar você. A lógica é a seguinte: quando fazemos algo que aumenta nossas chances de sobreviver ou de procriar, nos sentimos muito bem. Tão bem que vamos querer repetir a experiência muitas e muitas vezes. E essa nossa perseguição incessante de coisas que nos deixem felizes acaba aumentando as chances de transmitirmos nossos genes. "As leis que governam a felicidade não foram desenhadas para nosso bem-estar psicológico, mas para aumentar as chances de sobrevivência dos nossos genes a longo prazo", escreveu o escritor e psicólogo americano Robert Wright, num artigo para a revista americana Time."
Leia mais..
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4.3.08

VERDADES

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É difícil fazer alguém feliz, assim como é fácil fazer triste.

É difícil valorizar um amor, assim como é fácil perdê-lo para sempre.

É difícil enxergar o que a vida traz de bom, assim como é fácil fechar os olhos e atravessar a rua.

São trechos de uma bela e sábia mensagem, produzida a partir de obra de Cecília Meirelles.

Clique aqui para ver e ouvir (com trilha musical).
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17.2.08

TRANSTORNO BIPOLAR


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No início, tinha um temperamento muitas vezes exagerado. Por qualquer motivo "explodia" com amigos e colegas de escola. O excesso de autoconfiança o fazia acreditar que tinha poderes especiais. Outras vezes, ficava depressivo, indeciso e com raiva, quadro que se alternava com sinais opostos: euforia, exacerbação da confiança, impulsividade, agressividade...
Só muito tempo depois conheceu o diagnóstico: transtorno bipolar, doença que no passado era chamada de psicose maníaco-depressiva. Esse é um caso ilustrativo e os sinais e sintomas da doença não são necessariamente esses. Podem ser muitos, discretos ou bem visíveis. A bipolaridade é um dos distúrbios psíquicos mais difíceis de descobrir e, por isso, muitas vezes o paciente é tratado incorretamente, com medicamentos que podem agravar alguns sintomas do bipolar.
Saiba mais:
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