9.12.07

MEU DEUS!

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Ajuda-me a dizer a palavra da verdade na cara dos fortes, e a não mentir para obter o aplauso dos débeis.
Se me dás dinheiro, não tomes a minha felicidade, e se me dás forças, não tires o meu raciocínio. Se me dás êxito, não me tires a humildade, se me dás humildade, não tires a minha dignidade. Ajuda-me a conhecer a outra face da realidade, e não me deixes acusar os meus adversários, apodando-os de traidores, porque não partilham o meu critério.
Ensina-me a amar os outros como me amo a mim mesmo, e a julgar-me como o faço com os outros.
Não me deixes embriagar com o êxito, quando o consigo, nem a desesperar, se fracasso. Sobretudo, faz-me sempre recordar que o fracasso é a prova que antecede o êxito.
Ensina-me que a tolerância é o mais alto grau da força e que o desejo de vingança é a primeira manifestação da debilidade.

Se me despojas do dinheiro, deixa-me a esperança, e se me despojas do êxito, deixa-me a força de vontade para poder vencer o fracasso.
Se me despojas do dom da saúde deixa-me a graça da fé.
Se causo dano a alguém, dá-me a força da desculpa, e se alguém me causa dano, dá-me a força do perdão e da clemência.
Meu Deus, se me esquecer de Ti, Tu não Te esqueças de mim.

(Mahatma Ghandi).

Texto obtido por cópia livre na página de Helena Nóbrega, em Usina de Letras.
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3.12.07

FICAR MAIS VELHO É UMA ARTE

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Fim de ano vem, Ano Novo vai, vem ano, vai ano... Festas e férias à parte, vemos o tempo inexorável marchando sem parar.

Quando temos 10 ou 15 anos de idade, o tempo passa devagar. Como temos desejos e sonhos que ainda não estão ao nosso alcance, queremos que o tempo passe rapidamente. Entretanto, nessa fase da vida, uma década parece uma eternidade... Mas quando se chega à plena maturidade, a percepção cronológica vai mudando. Aos 60 ou 70, uma década terá passado com muita rapidez, talvez uma incômoda rapidez.

Esse é o inevitável curso da vida. Para mim, para você e para todos. Conciliar-se com essa realidade é uma questão de harmonia e sabedoria. Envelhecer pode ser uma etapa dramática ou harmoniosa. Doce ou amarga. Depende de nós. Depende de nossa arte e de nossa lógica.

É como o inverno. Há que saber entender-se com ele e descobrir o que de bom ele significa. Não é sábio esperar da natureza e da vida apenas uma das suas faces. A vida é feita de elementos distintos, mas interligados. Opostos, mas sucessivos. Temos sol e temos chuva. Há o dia, depois a noite. O que seria de nós se não soubéssemos o que fazer da noite e dos dias de chuva?

Assim acontece em relação à juventude e à velhice. Deixar que a fase pós-juventude se torne um capítulo triste é não encará-la com inteligência. Há tempo de plantar e há tempo de colher. E para quem não plantou no devido tempo, há até o consolo de saber que, ainda assim, existem chances de colher alguma coisa.

Quaisquer que sejam nossas concepções de vida e nossas convicções pessoais, há duas verdades fundamentais. A primeira: só não envelhece quem morre antes. A outra: a segunda metade da vida também nos abre possibilidades. Cabe-nos descobrir o que colher nessa fase. Descobrir, principalmente, que doando também se colhe.

"Tudo tem seu tempo determinado. Há tempo para tudo debaixo do céu. Há tempo de plantar e de colher. Há tempo de espalhar e tempo de recolher o que se espalhou. Há tempo de amar e aborrecer. Tempo de cair e de levantar ..." (livro de Eclesiastes, capítulo 3).


Escrito por Ricardo Zani
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22.11.07

ENVELHECER COM DIGNIDADE E SAÚDE

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Existe alguma fórmula para se alcançar a "fonte da juventude"? Qual é o fator fundamental para um envelhecimento digno e saudável?

Em algum momento da vida, certamente a maioria das pessoas estará em busca de respostas para perguntas como essas. Para muitos, respostas corretas serão de altíssima importância. Afinal, ninguém quer que sua fase mais madura da vida seja uma seqüência de sofrimento, insegurança e agonia.

Para o médico Alessandro Loiola, a resposta para essas perguntas está ao nosso alcance: a consciência.

Essa é tônica do livro Para Além da Juventude, escrito pelo Dr. Alessandro e lançado pela Editora Leitura.

Para quem costuma desconfiar das aparentes invenções de fórmulas milagrosas (com muita razão), vale lembrar que esse enfoque do livro se alinha com a visão de grandes estudiosos do assunto, inclusive do médico Deepak Chopra, autor de Corpo sem idade, Mente sem Fronteiras, dentre muitos outros livros.

Saiba mais sobre Alessandro Loiola e seu novo livro.
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24.10.07

LIÇÕES EM FAMÍLIA

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Existe uma etapa da vida que costuma ser particularmente delicada e complexa, mas que muitos preferem ignorar. Por isso, não se preparam para lidar com ela do modo mais adequado. Quase sempre, a situação envolve mais de uma pessoa: alguém que precisa de cuidados e alguém que saiba e queira cuidar.

"Cuidar de parentes idosos não é fácil. Tanto que há cursos para amenizar o desgaste físico e emocional de todos os envolvidos", avisa o repórter ao iniciar o assunto.

Recomendo a leitura de uma interessante matéria sobre o assunto, já liberada para acesso de não assinantes (LIÇÕES EM FAMÍLIA), no site da editora Abril:

Clique aqui para ler.

OUTROS ASSUNTOS RELACIONADOS:

Teste de funções cognitivas, online (não substitui a avaliação médica)

Algumas iniciativas relacionadas à capacitação de Cuidadores de Idosos:

CIAPE

Cruz Vermelha Brasileira

SENAC

Universidade FUMEC

USP

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16.10.07

ALGO ESTÁ INCOMODANDO MUITO?

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Existe algo que não vai bem com você ou com sua vida? As coisas parecem erradas ou sem sentido? Nada mais lhe dá o mesmo prazer de antes? Antes de tirar qualquer conclusão, veja este vídeo (clique aqui).

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12.10.07

A PALESTRA DE UMA VIDA

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A Revista Veja liberou ao público, em seu site, interessante matéria sobre um homem que está dando uma lição de vida. "O professor de ciência da computação Randy Pausch, da Universidade Carnegie Mellon, nos Estados Unidos, tem 46 anos e um câncer terminal. Seu prognóstico é sombrio. Restam-lhe apenas alguns meses de vida. No último dia 18, Pausch despediu-se de uma platéia de 400 pessoas, entre alunos e colegas da universidade, com a palestra intitulada Como viver os seus sonhos de infância. Por seu tom positivo e impactante, o jornal americano The Wall Street Journal a chamou de a palestra de uma vida."

Leia a matéria da revista Veja e assista ao vídeo de Pausch.

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1.10.07

A CULTURA DO SLOW DOWN

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Recebi por e-mail uma dessas mensagens que a gente tem de repassar e guardar cópia para ler, reler e crescer interiormente. A mensagem é especial por vários motivos, mas, principalmente, pelo poder de transformação embutido em sua reflexão e pelo pressuposto de que é possível (e desejável) harmonizar a aparente loucura da vida moderna (competitividade no mundo globalizado, exigências do mercado de trabalho, sucesso profissional, etc) com uma filosofia de vida pessoal pautada na serenidade, paz interior e muita qualidade de vida.

Como? Veja, a seguir, esse relato pessoal (o arquivo que circulou na internet, do qual recebi cópia, não identifica o autor nem a pessoa a quem se atribui o relato).


Há 18 anos ingressei na Volvo, empresa sueca bem conhecida.

Trabalhar com eles é uma convivência muito interessante. Qualquer projeto aqui demora dois anos para concretizar-se, mesmo que a idéia seja brilhante e simples. É uma regra.

Os processos globalizados causam-nos a nós (portugueses, brasileiros, argentinos, colombianos, peruanos, venezuelanos, mexicanos, australianos, asiáticos, etc.) uma ansiedade generalizada na busca de resultados imediatos. Consequentemente, o nosso sentido de urgência não surte efeito dentro dos prazos lentos dos suecos. Eles trabalham! com um esquema bem mais “slowdown".

O melhor é constatar que, no fim, isto acaba por dar sempre resultados no tempo deles (suecos) já que conjugando a necessidade amadurecida com a tecnologia apropriada, é muito pouco o que se perde aqui na Suécia.

E a suécia tem grandes empresas: Volvo, Skandia, Ericsson, Electrolux, ABB, Nokia, Nobel Biocare , etc.

Para se ter uma idéia da sua importância basta mencionar que a Volvo fabrica os motores de propulsão para os foguetes da NASA.

Os suecos podem estar enganados, mas são eles que me pagam o salário. Devo referir que não conheço nenhum outro povo com uma cultura coletiva superior à dos suecos.

Vou lhes contar uma pequena história, para terem idéia desta cultura:

A primeira vez que fui para a Suécia, em 1990, um dos meus colegas suecos apanhava-me no hotel todas as manhãs.

Estávamos em Setembro, já com algum frio e neve. Chegávamos cedo à Volvo e ele estacionava o carro longe da porta de entrada (são 2000 empregados que vão de carro para a empresa).

No primeiro dia não fiz qualquer comentário, nem tão pouco no segundo ou no terceiro. Num dos dias seguintes, já com um pouco mais de confiança, perguntei-lhe: "Vocês têm aqui lugar fixo para estacionar? Chegamos sempre cedo e com o parque quase vazio e estacionas o carro sempre no seu extremo…"


E ele respondeu-me com simplicidade: “É que como chegamos cedo temos tempo para andar, e quem chega mais tarde, já vai entrar atrasado, portanto é melhor para ele encontrar um lugar mais perto da porta. Não te parece?"

Imaginem a minha cara! Esta atitude foi a bastante para que eu revisse todos os meus conceitos anteriores.

Alguns países da comunidade européia já segue o chamado "Slow Food".

A “Slow Food International Association”, cujo símbolo é um caracol, tem a sua sede em Itália (o site na Internet é muito intereressante.www.slowfood.com). O que o movimento Slow Food preconiza é que se deve comer e beber com calma, dar tempo para saborear os alimentos, desfrutar da sua preparação, em família, com amigos, sem pressa e com qualidade.

A ideia é contraposição ao espírito do Fast Food e o que ele representa como estilo de vida.

Verdadeiramente surpreendente, é que este movimento de Slow Food está a servir de base para um movimento mais amplo chamado “Slow Europe” como salientou a revista Business Week numa das suas últimas edições europeias.

Na base de tudo isto está o questionamento da "pressa" e da "loucura" geradas pela globalização, pelo desejo de "ter em quantidade" (nível de vida) em contraponto ao "ter em qualidade", “Qualidade de vida" ou “Qualidade do ser".

Segundo a Business Week, os trabalhadores franceses, ainda que trabalhem menos horas (35 horas por semana) são mais produtivos que os seus colegas americanos e ingleses.

E os alemães, que em muitas empresas já implantaram a semana de 28,8 horas de trabalho, viram a sua produtividade aumentar uns apreciáveis 20%. A denominada "slow attitude" está a chamar a atenção dos próprios americanos, escravos do "fast" (rápido) e do "do it now!" (faça já!).

Portanto, esta "atitude sem pressa" não significa fazer menos nem ter menor produtividade.Significa sim, trabalhar e fazer as coisas com "mais qualidade" e "mais produtividade", com maior perfeição, com atenção aos detalhes e com menos stress.

Significa retomar os valores da família, dos amigos, do tempo livre, do prazer dum belo ócio e da vida em pequenas comunidades.

Do "aqui" presente e concreto, em contraposição ao "mundial" indefinido e anónimo.
Significa retomar os valores essenciais do ser humano, dos pequenos prazeres do quotidiano, da simplicidade de viver e conviver, e até da religião e da fé.

SIGNIFICA UM AMBIENTE DE TRABALHO MENOS COERCIVO, MAIS ALEGRE, MAIS LEVE, E PORTANTO MAIS PRODUTIVO, ONDE OS SERES HUMANOS REALIZAM, COM PRAZER, O QUE MELHOR SABEM FAZER.

É saudável refletir sobre tudo isto. Será que os antigos provérbios: “Devagar se vai ao longe" e “A pressa é inimiga da perfeição" merecem novamente a nossa atenção nestes tempos de loucura desenfreada? Não seria útil e desejável que as empresas da nossa comunidade, cidade, Estado ou país, começassem já a pensar em desenvolver programas sérios de “qualidade sem pressa" até para aumentarem a produtividade e a qualidade dos produtos e serviços sem necessariamente se perder “qualidade do ser"?

No filme "Perfume de Mulher" há uma cena inesquecível na qual o cego (interpretado por Al Pacino) convida uma jovem para dançar e ela responde: "Não posso, o meu noivo deve estar a chegar". Ao que o cego responde: “Num momento, vive-se uma vida", e leva-a a dançar um tango. É o melhor momento do filme, esta cena que dura apenas dois ou três minutos. É o melhor momento do filme, esta cena que dura apenas dois ou três minutos.

Muitos vivem a correr atrás do tempo, mas só o alcançam quando morrem, quer seja de enfarte ou num acidente na auto-estrada por correrem para chegar a tempo.

Ou outros que, tão ansiosos para viverem o futuro, esquecem-se de viver o presente, que é o único tempo que realmente existe.

O tempo é o mesmo para todos, ninguém tem nem mais nem menos de 24 horas por dia. A diferença está no que cada um faz do seu tempo.

Temos de saber aproveitar cada momento, porque, como disse John Lennon, “A vida é aquilo que acontece enquanto planejamos o futuro".

Parabéns por ter conseguido ler esta mensagem até ao fim. Decerto haverá muitos que leram só metade para "não perder tempo" tão valioso neste mundo globalizado.
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20.9.07

SONO: 10 RECOMENDAÇÕES PARA QUEM QUER DORMIR MELHOR

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Ficar acordado quando é hora de dormir. Isso pode ser normal e até desejável para quem faz essa opção voluntariamente ou precisa manter-se em vigília. Mas quando o motivo é a dificuldade crônica de conciliar o sono, a questão pode se tornar uma tortura, além de prejudicial à saúde e ao rendimento físico e mental. Para dormir melhor, estas são as 10 recomendações básicas da maioria dos especialistas:

1º - Estabeleça uma rotina
Ir para a cama e acordar no mesmo horário todos os dias – mesmo no fim de semana – é um jeito de se acostumar a dormir na hora certa.


2º - Calma à noite
Trabalhar ou comer na cama tira o sono. Estabeleça um limite de uma hora antes de dormir para as atividades pouco relaxantes, como conversas animadas e internet.


3º - Evite sonecas durante o dia
O cochilo depois do almoço é saudável e garante o descanso necessário para enfrentar o trabalho no resto do dia. Mas, se passar dos 40 minutos, pode prejudicar o sono à noite.

4º - Excesso de luz
A luminosidade prejudica a produção de melatonina, hormônio que induz ao sono e só é produzido no escuro. Se acordar no meio da noite, procure manter os olhos fechados.

5º - Demorou? Paciência!
Se não conseguir adormecer em 15 minutos, é melhor levantar, ler um livro ou escutar música suave. Volte para a cama quando se sentir sonolento.

6º - Dê tempo à digestão
O processo digestivo demora de duas a três horas. Se você comeu pesado, espere para deitar. E lembre: café, chá preto, refrigerante, bebida alcoólica e cigarro tiram o sono!

7º - Tome um banho quente
Isso aumenta a temperatura do corpo, relaxa os músculos e facilita o sono mais profundo.

8º - Movimente-se!
Exercícios físicos com regularidade ajudam a dormir melhor. Mas evite ginástica ou esportes perto da hora de dormir. A descarga de adrenalina provocada pela ginástica pode causar insônia.


9º - Não leve problemas para a cama
Para muita gente, anotar num caderno todas as preocupações uma hora antes de dormir ajuda a aliviar a cabeça.

10º - Cama não é poltrona, foi feita para dormir
Quem passa muito tempo deitado acaba sem sono.


Síntese extraída do programa Globo Repórter (Rede Globo), apresentado em 14.9.2007, em matéria especial sobre o sono. Para ver o vídeo ou ler a matéria do Globo Repórter, clique aqui.
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