27.5.11

CONSELHO CHINÊS

"Há apenas duas coisas com que você deve se preocupar: se você está bem ou se está doente.
Se você está bem, não há nada com que se preocupar. Se está doente, há duas coisas com que se preocupar: se você vai se curar ou se vai morrer. 
Se você vai se curar, não há nada com que se preocupar. Se vai morrer, há duas coisas com que se preocupar: se você vai para o céu ou para o inferno.
Se vai para o céu, não há nada com que se preocupar. Agora, se vai para o inferno, estará tão ocupado em cumprimentar velhos amigos que nem terá tempo de se preocupar.
Então, para que se preocupar?"

28.3.11

CELEBRAÇÃO AOS QUATRO SENTIDOS



Filhos resolvem homenagear os pais, que são cegos. Então... 
Confira essa historinha que mostra como é possível  ter sensações 
profundas, mesmo diante da falta de um dos cinco sentidos. 
Impossível não se emocionar. 

Agradecimentos: Wilson Passarelli.

24.3.11

VOCÊ ESTÁ DEPRIMIDO?



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(melhor ver no modo tela cheia).

28.2.11

FAMÍLIA, PRATO DIFÍCIL DE PREPARAR

Família é prato difícil de preparar. São muitos ingredientes. Reunir todos é um problema, principalmente no Natal e no Ano Novo. Pouco importa a qualidade da panela, fazer uma família exige coragem, devoção e paciência. Não é para qualquer um. Os truques, os segredos, o imprevisível. Às vezes, dá até vontade de desistir. Preferimos o desconforto do estômago vazio. Vêm a preguiça, a conhecida falta de imaginação sobre o que se vai comer e aquele fastio. Mas a vida, (azeitona verde no palito) sempre arruma um jeito de nos entusiasmar e abrir o apetite. O tempo põe a mesa, determina o número de cadeiras e os lugares. Súbito, feito milagre, a família está servida. Fulana sai a mais inteligente de todas. Beltrano veio no ponto, é o mais brincalhão e comunicativo, unanimidade. Sicrano, quem diria ? Solou, endureceu, murchou antes do tempo. Este é o mais gordo, generoso, farto, abundante. Aquele o que surpreendeu e foi morar longe. Ela, a mais apaixonada. A outra, a mais consistente.

E você? É, você mesmo, que me lê os pensamentos e veio aqui me fazer companhia. Como saiu no álbum de retratos? O mais prático e objetivo? A mais sentimental? A mais prestativa? O que nunca quis nada com o trabalho? Seja quem for, não fique aí reclamando do gênero e do grau comparativo. Reúna essas tantas afinidades e antipatias que fazem parte da sua vida. Não há pressa. Eu espero. Já estão aí? Todas? Ótimo. Agora, ponha o avental, pegue a tábua, a faca mais afiada e tome alguns cuidados. Logo, logo, você também estará cheirando a alho e cebola. Não se envergonhe de chorar. Família é prato que emociona. E a gente chora mesmo. De alegria, de raiva ou de tristeza.

Primeiro cuidado: temperos exóticos alteram o sabor do parentesco. Mas, se misturadas com delicadeza, estas especiarias, que quase sempre vêm da África e do Oriente e nos parecem estranhas ao paladar tornam a família muito mais colorida, interessante e saborosa.Atenção também com os pesos e as medidas. Uma pitada a mais disso ou daquilo e, pronto, é um verdadeiro desastre. Família é prato extremamente sensível. Tudo tem de ser muito bem pesado, muito bem medido. Outra coisa: é preciso ter boa mão, ser profissional. Principalmente na hora que se decide meter a colher. Saber meter a colher é verdadeira arte. Uma grande amiga minha desandou a receita de toda a família, só porque meteu a colher na hora errada.

O pior é que ainda tem gente que acredita na receita da família perfeita. Bobagem. Tudo ilusão. Não existe Família à Oswaldo Aranha; Família à Rossini; Família à Belle Meunière; Família ao Molho Pardo, em que o sangue é fundamental para o preparo da iguaria. Família é afinidade, é “à Moda da Casa”. E cada casa gosta de preparar a família a seu jeito.

Há famílias doces. Outras, meio amargas. Outras apimentadíssimas. Há também as que não têm gosto de nada, seriam assim um tipo de Família Dieta, que você suporta só para manter a linha. Seja como for, família é prato que deve ser servido sempre quente, quentíssimo. Uma família fria é insuportável, impossível de se engolir.

Enfim, receita de família não se copia, se inventa. A gente vai aprendendo aos poucos, improvisando e transmitindo o que sabe no dia a dia. A gente cata um registro ali, de alguém que sabe e conta, e outro aqui, que ficou no pedaço de papel. Muita coisa se perde na lembrança. Principalmente na cabeça de um velho já meio caduco como eu. O que este veterano cozinheiro pode dizer é que, por mais sem graça, por pior que seja o paladar, família é prato que você tem que experimentar e comer. Se puder saborear, saboreie. Não ligue para etiquetas. Passe o pão naquele molhinho que ficou na porcelana, na louça, no alumínio ou no barro. Aproveite ao máximo. Família é prato que, quando se acaba, nunca mais se repete.

(do livro "O Arroz de Palma", de Francisco Azevedo - Ed. Record)

18.1.11

FELICIDADE: LIÇÕES DE DONA CACILDA

Dona Cacilda é uma senhora de 92 anos, miúda e tão elegante que todo dia às 8 horas da manhã já está toda vestida, bem penteada e discretamente maquiada, apesar de sua pouca visão. E hoje ela se mudou para uma casa de repouso: o marido, com quem ela viveu 70 anos, morreu recentemente, e não havia outra solução.

Depois de esperar pacientemente por duas horas na sala de visitas, ela ainda deu um lindo sorriso quando a atendente veio dizer que seu quarto estava pronto. Enquanto ela manobrava o andador em direção ao elevador, deu uma descrição do seu minúsculo quartinho, inclusive das cortinas floridas que enfeitavam a janela.E ela falava com o entusiasmo de uma garotinha que acabou de ganhar um filhote de cachorrinho: “Ah, eu adoro essas cortinas…”. Mas, dona Cacilda, disse a atendente, a senhora ainda nem viu seu quarto. Espera um pouco…”.

"Isso não tem nada a ver", ela respondeu. "Felicidade é algo que você decide por princípio. Se eu vou gostar ou não do meu quarto, não depende de como a mobília vai estar arrumada. Vai depender de como eu preparo minha expectativa. E eu já decidi que vou adorar. É uma decisão que tomo todo dia quando acordo. Sabe, eu posso passar o dia inteiro na cama, contando as dificuldades que tenho em certas partes do meu corpo que não funcionam bem ou posso levantar da cama agradecendo pelas outras partes que ainda me obedecem.” A atendente então disse: “Simples assim?” Dona Cacilde rebateu:

”Nem tanto. Isso é para quem tem autocontrole e exigiu de mim um certo ‘treino’ pelos anos afora, mas é bom saber que ainda posso dirigir meus pensamentos e escolher os sentimentos.”

Calmamente ela continuou: “Cada dia é um presente e enquanto meus olhos se abrirem, vou focalizar o novo dia, mas também as lembranças alegres que eu guardei para esta época da vida. A velhice é como uma conta bancária: você só retira aquilo que guardou. Então, meu conselho para você é depositar um monte de alegrias e felicidades na sua Conta de Lembranças. E, aliás, obrigada por este seu depósito no meu Banco de Lembranças. Como você vê, eu ainda continuo depositando e acredito que, por mais complexa que seja a vida, sábio é quem a simplifica.”

Depois ela pediu para a atendente anotar:

COMO MANTER-SE JOVEM

1. Deixe fora os números que não são essenciais. Isto inclui a idade,o peso e a altura. Deixe que os médicos se preocupem com isso.

2. Mantenha só os amigos divertidos. Os depressivos puxam para baixo.

3. Aprenda sempre: aprenda mais sobre computadores, artes, jardinagem, o que quer que seja. Não deixe que o cérebro se torne preguiçoso. ‘Uma mente preguiçosa é oficina do alemão. E o nome do Alemão é Alzheimer!

5. Ria muitas vezes, durante muito tempo e alto. Ria até lhe faltar o ar. E, se tiver um amigo que o faça rir, passe muito e muito tempo com ele ou ela!

6. Quando as lágrimas aparecerem, aguente, sofra e ultrapasse. A única pessoa que fica conosco toda a nossa vida somos nós mesmos. Viva enquanto estiver vivo.

7. Rodeie-se das coisas que ama, quer seja a família, animais, plantas, hobbies…

8. Tome cuidado com a sua saúde: se é boa, mantenha-a. Se é instável, melhore-a. Se não consegue melhorá-la , procure ajuda.

9. Não faça viagens de culpa. Faça uma viagem ao centro comercial, até a um país diferente, mas NÃO para onde haja culpa.

10. Diga às pessoas o quanto as ama.


(Enviado por Ângela Maria Pereira. Autor desconhecido)

12.1.11

GERAÇÃO DIGITAL: A FAMÍLIA SABE LIDAR COM ELA?

Educador e psiquiatra especialista em adolescência, Içami Tiba fala sobre a Geração Digital e o comportamento dos jovens do século XXI em relação a valores morais. Será que a escola e a família sabem lidar com essas crianças?

Ao ler ou ouvir Içami Tiba, sempre temos muito a descobrir e aprender. Acompanhe a entrevista nos vídeos abaixo:






7.9.10

A FÁBULA DA BORBOLETA


“Certo dia, um homem estava no quintal de sua casa e observou um casulo pendurado em uma árvore. Curioso, ficou admirando aquele casulo durante um longo tempo.
Ele via que a borboleta fazia um esforço enorme para tentar sair através de um pequeno buraco, sem sucesso. Depois de algum tempo, parecia que a borboleta tinha desistido de sair do casulo, as suas forças haviam se esgotado.
Vendo aquela aflição, ele resolveu ajudá-la: pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo para libertar a borboleta. Ela saiu facilmente, mas seu corpo estava murcho e as suas asas amassadas.
O homem, feliz por ajudá-la a sair, ficou esperando o momento  em que ela fosse abrir as asas e sair voando, mas nada aconteceu.  A borboleta passou o resto da sua vida com as asas encolhidas e rastejando o seu corpo murcho. Nunca foi capaz de voar…
O homem então compreendeu que o casulo apertado e o esforço da borboleta para sair de lá eram necessários para que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas para fortalecê-las. Só assim ela poderia se libertar do casulo e voar.”
A fábula ensina que, muitas vezes, o esforço é necessário para o nosso crescimento e fortalecimento.
Se vivêssemos a nossa vida sem passar por obstáculos, talvez não conseguíssemos ser tão fortes quanto podemos ser.
  • Pedi Força… e Deus me deu dificuldades para eu ficar forte.
  • Pedi Sabedoria… e Deus me deu problemas para resolver.
  • Pedi Prosperidade… e Deus me deu cérebro e músculos fortes para trabalhar.
  • Pedi Coragem… e Deus me ofereceu perigo para eu superar.
  • Pedi Amor… e Deus colocou em minha vida pessoas com problemas para eu ajudar.
Enfim, não recebi nada do que pedi. Mas recebi tudo de que eu precisava…
(autor desconhecido)