Um jovem recém casado estava sentado num sofá num dia quente e úmido,
bebericando chá gelado durante uma visita ao seu pai. Ao conversarem sobre a vida, o casamento, as responsabilidades da vida, as obrigações, o pai remexia pensativamente os cubos de gelo no seu copo e lançou um olhar claro e sóbrio para seu filho.
- Nunca se esqueça de seus amigos, aconselhou! Serão mais importantes na medida em que você envelhecer. Independentemente do quanto você ame sua família, os filhos que porventura venham a ter, você sempre precisará de amigos...
Lembre-se de ocasionalmente ir a lugares com eles; faça coisas com eles; telefone para eles.
Que estranho conselho! Pensou o jovem.. Acabo de ingressar no mundo dos casados. Sou adulto. Com certeza minha esposa e a família que iniciaremos serão tudo que necessito para dar sentido à minha vida!
Contudo, seguiu o conselho do pai. Manteve contato com seus amigos e fez novas amizades a cada ano. Na medida em que o tempo passou, foi compreendendo que seu pai sabia do que falava. Na medida em que o tempo e a natureza realizam suas mudanças e mistérios sobre um homem, amigos são baluartes de sua vida.
Passados 50 anos, eis o que aprendi:
O tempo passa.
A vida acontece.
A distância separa.
As crianças crescem.
Os empregos vão e vêm.
O amor fica mais frouxo.
As pessoas não fazem o que deveriam fazer.
O coração se rompe.
Os pais morrem.
Os colegas esquecem os favores.
As carreiras terminam.
Os filhos seguem a sua vida como você tão bem ensinou.
Mas os verdadeiros amigos estão lá, não importa há quanto tempo e a quantos quilômetros.
Um amigo nunca está mais distante do que o alcance de uma necessidade, torcendo por você, intervindo em seu favor e esperando você de braços abertos, abençoando sua vida!
Quando iniciamos esta aventura chamada vida, não sabíamos das incríveis alegrias ou tristezas que estavam adiante. Nem sabíamos o quanto precisaríamos uns dos outros.
Indique esta mensagem a todos os amigos que ajudam a dar sentido à sua vida...
(Autor desconhecido)
11.3.13
27.2.13
RESUMO DA HUMANIDADE: SE O MUNDO FOSSE UMA ALDEIA
Clique no play para avançar telas. Com som (pode ser visto em tela cheia).
Agradecimentos: Maria de Lourdes Andraus.
10.2.13
8.1.13
21.12.12
A SÍNDROME DO NATAL TRISTE
Entenda as principais razões da famosa tristeza das Festas
Por Alessandro Vianna, especial para o Yahoo! | Yahoo! Brasil
Algumas relembram entes queridos que estiveram com elas no ano passado e não estão mais aqui, outras pensam em gente presente em natais mais distantes e que também se foram. Há ainda aquelas que rememoram alegres Natais passados que hoje não têm mais ou, ao contrário, Natais tristes que gostariam de esquecer.
Sentem-se tristes também, os que não conseguiram o que prometeram a si próprios para 2012, os que sofreram muito neste ano, os que perderam amigos e amores, os que estão longe de casa para estudar ou trabalhar.
Todos esses e outros casos, são muito comuns na nossa sociedade e acontecem em todos os anos com muita gente. A tristeza, sem exageros, é normal.
Lembro a todos que, estar um pouco triste de vez em quando, é normal, faz parte da natureza humana. Ainda mais em datas marcantes, que nos mostram que mais um ano já passou e nos cobram atitudes e reações para as quais nem sempre estamos preparados. Mas não devemos deixar essas tristezas anularem o que as Festas têm de bom, como a confraternização, os reencontros, as vitórias conquistadas e, afinal, mais um ano de vida.
Convenhamos: a saudade sempre nos remete a algo bom que vivemos em algum momento, pelo que devemos estar gratos com a vida.Só sentimos falta de quem amamos, de quem nos deu carinho. Não é todo mundo que tem isso para recordar.
Portanto, festeje o que você já teve, já saboreou. E valorize também o que tem hoje, que é muito precioso e pode não ser eterno. Quanto às promessas não cumpridas, perdõe-se e procure retomar o que for viável. Os acertos da vida são feitos de tentavas; não de arrependimentos.
Compaixão pelo próximo
Outras pessoas sentem-se tristes por pena dos outros. Pensam naqueles que nada têm, que sofrem, que não terão uma ceia e que não receberão abraços.
É, sem dúvida, um sentimento nobre, de solidariedade e compaixão. Mas, sendo realista, sabemos que o mundo é assim desde muito antes de nascermos e que não temos nas mãos o poder de mudar tudo e já.
O melhor remédio para essa depressão é preparar-se, já no início de 2013, para ajudar alguém, dentro de suas possibilidades; sabendo que se, todos fizerem o que estiver ao seu alcance, daqui a um ano veremos melhores Festas do que agora.
Há muitos meios, alguns até surpreendentes. Conheci, por exemplo, um mendigo que ajudava muito uma septuagenária solitária, indo jantar diariamente na casa dela e lhe fazendo companhia.
Aos mais ansiosos, digo que não precisam esperar meses ou anos para começarem a mudar a lamentável realidade que lhes entristece nas Festas. Podem começar já. Há muito a fazer agora.
Que tal sorrir para a próxima pessoa triste que você encontrar?
* Alessandro Vianna é psicólogo clínico e sente um enorme prazer em estudar e entender o comportamento humano. Clique neste link para conhecer melhor o seu trabalho.
Publicado originalmente em:
http://br.mulher.yahoo.com/a-tradicional-tristeza-das-festas-133952828.html
17.12.12
25.11.12
24.10.12
VÔO DA RENOVAÇÃO
Uma rica mensagem, que já se tornou lição motivacional em vários idiomas pelo mundo todo. Na verdade, a vida da águia talvez não seja exatamente como o texto da apresentação sugere. Mas as alusões às suas habilidades, poderes e capacidade de renovação se inspiram muito bem em fontes como a mitologia grega e até a Bíblia ("...de sorte que a tua mocidade se renova como a da águia..." Salmos, cap. 103, versículos 3, 4 e 5).
Assinar:
Postagens (Atom)
