3.5.07

QUANDO ACHAR QUE NADA VAI BEM, PENSE NISSO...


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O filho que muitas vezes não limpa o quarto e está a ver televisão significa que está em casa.
A desordem que tenho que limpar depois de uma festa significa que estivemos rodeados de familiares e amigos.
As roupas que me estão apertadas? Tenho mais do que o suficiente para comer.
O trabalho que tenho a limpar a casa? Tenho uma casa.
As queixas que escuto acerca do governo?
Tenho liberdade de expressão.
Não encontro estacionamento? Tenho carro.
Os gritos das crianças? Posso ouvir!
O cansaço no final do dia? Posso trabalhar.
O despertador que me acorda todas as manhãs? Estou vivo!
Finalmente, a quantidade de mensagens que recebo
significa que tenho amigos a pensar em mim.

QUANDO PENSARES QUE A VIDA TE CORRE MAL, LÊ OUTRA VEZ ESTA MENSAGEM.


(Mensagem recebida de uma amiga, sem citação de autor)
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2.4.07

UMA DAS RAZÕES POR QUE JESUS CHOROU

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Aos que não aceitam os relatos cristãos sobre a Paixão de Cristo, peço licença. Aos que aceitam, peço uma reflexão, aliás oportuna, agora que se inicia a Semana Santa. Contudo, refiro-me a uma reflexão material, física, que independe de vertentes religiosas.

Transcrevo, a seguir, aquilo que alguns denominam de Boletim Médico das últimas horas de Jesus. A descrição a seguir é atribuída a um estudioso francês, o médico Dr. Barbet , discorrendo sobre a possibilidade de compreender realmente as dores de Jesus durante a sua paixão.

"Eu sou um cirurgião, e dou aulas há algum tempo. Por treze anos vivi em companhia de cadáveres e durante a minha carreira estudei a fundo anatomia. Posso portanto escrever sem presunção."

01. Jesus entrou em agonia no Getsemani - escreve o evangelista Lucas – orava mais intensamente. "E seu suor tornou-se como gotas de sangue a escorrer pela terra". O único evangelista que relata o fato é um médico, Lucas . E o faz com a precisão dum clínico. O suar sangue, ou "hematidrose", é um fenômeno raríssimo. Se produz em condições excepcionais: para provocá-lo é necessário uma fraqueza física, acompanhada de um abatimento moral violento causado por uma profunda emoção, por um grande medo. O terror, o susto, a angústia terrível de sentir-se carregando todos os pecados dos homens devem ter esmagado Jesus. Tal tensão extrema produz o rompimento das finíssimas veias capilares que estão sob as glândulas sudoríparas, o sangue se mistura ao suor e se concentra sobre a pele, e então escorre por todo o corpo até a terra

02. Conhecemos a farsa do processo preparado pelo Sinédrio hebraico, o envio de Jesus a Pilatos e o desempate entre o procurador romano e Herodes. Pilatos cede, e então ordena a flagelação de Jesus. Os soldados despojam Jesus e o prendem pelo pulso a uma coluna do pátio. A flagelação se efetua com tiras de couro múltiplas sobre as quais são fixadas bolinhas de chumbo e de pequenos ossos.

Os carrascos devem ter sido dois, um de cada lado, e de diferente estatura. Golpeiam com chibatadas a pele, já alterada por milhões de microscópicas hemorragias do suor de sangue. A pele se dilacera e se rompe; o sangue espirra. A cada golpe Jesus reage em um sobressalto de dor. As forças se esvaem; um suor frio lhe impregna a fronte, a cabeça gira em uma vertigem de náusea, calafrios lhe correm ao longo das costas. Se não estivesse preso no alto pelos pulsos, cairia em uma poça de sangue.

03. Depois o escárnio da coroação. Com longos espinhos, mais duros que aqueles da acácia, os algozes entrelaçam uma espécie de capacete e o aplicam sobre a cabeça. Os espinhos penetram no couro cabeludo fazendo-o sangrar (os cirurgiões sabem o quanto sangra o couro cabeludo).

04. Pilatos, depois de ter mostrado aquele homem dilacerado à multidão feroz, o entrega para ser crucificado. Colocam sobre os ombros de Jesus o grande braço horizontal da Cruz; pesa uns cinqüenta quilos. A estaca vertical já está plantada sobre o Calvário. Jesus caminha com os pés descalços pelas ruas de terreno irregular, cheias de pedregulhos. Os soldados o puxam com as cordas. O percurso, é de cerca de 600 metros. Jesus, fatigado, arrasta um pé após o outro, freqüentemente cai sobre os joelhos. E os ombros de Jesus estão cobertos de chagas. Quando ele cai por terra, a viga lhe escapa, escorrega, e lhe esfola o dorso.

05. Sobre o Calvário tem início a crucificação. Os carrascos despojam o condenado, mas a sua túnica está colada nas chagas e tirá-la é atroz.

Alguma vez vocês tiraram uma atadura de gaze de uma grande chaga? Não sofreram vocês mesmos esta experiência, que muitas vezes precisa de anestesia? Podem agora vos dar conta do que se trata. Cada fio de tecido adere à carne viva: ao levarem a túnica, se laceram as terminações nervosas postas em descoberto pelas chagas. Os carrascos dão um puxão violento. Como aquela dor atroz não provoca uma síncope?

O sangue começa a escorrer. Jesus é deitado de costas, as suas chagas se incrustam de pé e pedregulhos. Depositam-no sobre o braço horizontal da cruz. Os algozes tomam as medidas. Com uma broca, é feito um furo na madeira para facilitar a penetração dos pregos; horrível suplício! Os carrascos pegam um prego (um longo prego pontudo e quadrado), o apoiam sobre o pulso de Jesus, com um golpe certeiro de martelo o plantam e o rebatem sobre a madeira. Jesus deve ter contraído o rosto assustadoramente. No mesmo instante o seu pólice, com um movimento violento se posicionou opostamente na palma da mão; o nervo mediano foi lesado. Pode-se imaginar aquilo que Jesus deve ter provado; uma dor lancinante, agudíssima, que se difundiu pelos dedos, e espalhou-se, como uma língua de fogo, pelos ombros, lhe atingindo o cérebro. Uma dor mais insuportável que um homem possa provar, ou seja, aquela produzida pela lesão dos grandes troncos nervosos. De sólido provoca uma síncope e faz perder a consciência. Em Jesus não. Pelo menos se o nervo tivesse sido cortado!
Ao contrário (constata-se experimentalmente com freqüência) o nervo foi destruído só em parte: a lesão do tronco nervoso permanece em contato com o prego: quando o corpo for suspenso na cruz, o nervo se esticará fortemente como uma corda de violino esticada sobre a cravelha.

A cada solavanco, a cada movimento, vibrará despertando dores dilacerantes. Um suplício que durará três horas.

O carrasco e seu ajudante empunham a extremidade da trava; elevam Jesus, colocando-o primeiro sentado e depois em pé; consequentemente fazendo-o tombar para trás, o encostam na estaca vertical. Depois rapidamente encaixam o braço horizontal da cruz sobre a estaca vertical. Os ombros da vítima esfregaram dolorosamente sobre a madeira áspera. As pontas cortantes da grande coroa de espinhos o laceraram o crânio. A pobre cabeça de Jesus inclinou-se para frente, uma vez que a espessura do capacete o impedia de apoiar-se na madeira. Cada vez que o mártir levanta a cabeça, recomeçam pontadas agudíssimas.

Pregam-lhe os pés. Ao meio-dia Jesus tem sede. Não bebeu desde a tarde anterior. As feições são impressas, o vulto é uma máscara de sangue. A boca está semi-aberta e o lábio inferior começa a pender. A garganta, seca, lhe queima, mas ele não pode engolir. Tem sede. Um soldado lhe estende sobre a ponta de uma vara, uma esponja embebida em bebida ácida, em uso entre os militares. Tudo aquilo é uma tortura atroz. Um estranho fenômeno se produz no corpo de Jesus. Os músculos dos braços se enrijecem em uma contração que vai se acentuando: os deltóides, os bíceps esticados e levantados, os dedos se curvam. Se diria um ferido atingido de tétano, presa de uma horrível crise que não se pode descrever. A isto que os médicos chamam tetania, quando os sintomas se generalizam: os músculos do abdômen se enrijecem em ondas imóveis, em seguida aqueles entre as costelas, os do pescoço, e os respiratórios. A respiração se faz, pouco a pouco mais curta. O ar entra com um sibilo, mas não consegue mais sair. Jesus respira com o ápice dos pulmões. Tem sede de ar: como um asmático em plena crise, seu rosto pálido pouco a pouco se torna vermelho, depois se transforma num violeta purpúreo e enfim em cianítico.

Jesus atingido pela asfixia, sufoca. Os pulmões cheios de ar não podem mais esvaziar-se. A fronte está impregnada de suor, os olhos saem fora de órbita. Que dores atrozes devem ter martelado o seu crânio!

Mas o que acontece? Lentamente com um esforço sobre-humano, Jesus tomou um ponto de apoio sobre o prego dos pés. Esforçando-se a pequenos golpes, se eleva aliviando a tração dos braços. Os músculos do tórax se distendem. A respiração se torna mais ampla e profunda, os pulmões se esvaziam e o rosto recupera a palidez inicial. Por que esse esforço? Porque Jesus quer falar: "Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem".

Logo em seguida o corpo começa afrouxar-se de novo, e a asfixia recomeça. Foram transmitidas sete frases pronunciadas por ele na cruz: cada vez que quer falar, deverá elevar-se tendo como apoio o prego dos pés, inimaginável!

Enxames de moscas, grandes moscas verdes e azuis, zunem ao redor do seu corpo; irritam sobre o seu rosto, mas ele não pode enxotá-las.

Pouco depois o céu escurece, o sol se esconde: de repente a temperatura se abaixa.Logo serão três da tarde. Jesus luta sempre: de vez em quando se eleve para respirar. A asfixia periódica do infeliz que está destroçado. Uma tortura que dura três horas. Todas as suas dores, a sede, as cãibras, a asfixia, o latejar dos nervos medianos, lhe arrancaram um lamento: 'Meu Deus, meu Deus, porque me abandonastes?'. Jesus grita: 'Tudo está consumado!'. Em seguida, num grande brado disse: 'Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito'.

E morre.
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12.3.07

ABUSO SEXUAL NA INFÂNCIA E DESAJUSTES NA IDADE ADULTA

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Um número muito grande de desajustes emocionais e toda sorte de distúrbios da personalidade na idade adulta tem raízes em episódios ocorridos na infância ou adolescência. Dizem as pesquisas e os especialistas que, entre esses episódios, os abusos sexuais aparecem com impressionante freqüência.

Para compreender essa realidade, uma boa reportagem às vezes ajuda mais do que a explicação técnica de um especialista. O texto abaixo reproduz apenas uma reportagem de jornal, mas aborda a questão com clareza e objetividade. Embora o relato não seja de ocorrências e pesquisas no Brasil, pode nos ajudar a compreender o problema, lidar melhor com ele e prevenir que aconteça em nosso ambiente.

12/03/2007
Estatísticas revelam que 67% das vítimas de ataque sexual têm menos de 18 anos

By Chuck Plunkett e Jeffrey A. Roberts
The Denver Post/The New York Times News Service

Quando Patricia tinha sete anos, uma babá a violou sexualmente e roubou grande parte da sua vida.Mais de 40 anos depois, Patricia continua recebendo auxílio terapêutico. Ela já lutou contra a anorexia, a bulimia, o consumo de drogas e álcool, os impulsos suicidas, a ansiedade intensa e a depressão debilitante.

Após a sua terrível experiência com a babá, Patricia voltou à escola incapaz de soletrar palavras simples que já conhecia, como "who" ("quem) e "how" ("como")."Era como se a minha cabeça estivesse dentro de uma caixa de vidro", conta Patricia. "Eu conseguia enxergar. Era capaz de ouvir sons abafados. Mas eu tinha perdido o contato com o meu corpo. Eu sentia um medo extremo de tudo".

A odisséia de Patricia para recuperar o controle sobre a sua vida começou no final da década de 1960, anos antes de o movimento dos direitos das mulheres colocar em cena o espectro do abuso sexual de crianças. Para preservar a sua privacidade, o "Denver Post" não está publicando o nome completo de Patricia.

Uma geração após o início do trauma de Patricia, as mais prováveis vítimas de abuso sexual são de longe os adolescentes jovens e as crianças.Uma análise de cerca de 55 mil casos anunciados de estupros e ataques sexuais ocorridos em 2004 revela que cerca de 67% de todas as vítimas desse tipo de ataque têm menos de 18 anos, e que 30% têm menos de 11 anos.

O "Denver Post" analisou dados divulgados sobre crimes violentos apresentados ao Birô Federal de Investigação (FBI, na sigla em inglês) por agências policiais de 25 Estados norte-americanos, incluindo o Colorado. O banco de dados do FBI é resultado de um programa voluntário denominado Sistema Nacional de Relatórios Baseados em Incidentes (NIBRS, na sigla em inglês). O projeto faz parte de um programa obrigatório do FBI, o Relatório Uniforme de Crimes, que fornece informações bem mais detalhadas, incluindo as idades das vítimas de ataque sexual.Os dados do NIBRS proporciona um raro vislumbre estatístico do elevado número de ataques sexuais denunciados. As estatísticas mais bem conhecidas utilizadas pelos funcionários que atuam na linha de frente do combate ao abuso sexual são fruto de pesquisas quantitativas e não da análise de registros criminais. O "Denver Post" consultou Howard Snyder, pesquisador do Centro Nacional de Justiça Juvenil, que analisou uma amostra mais condensada dos dados coletados de 1991 a 1996. O estudo de Snyder também revelou que mais de dois terços das vítimas tem menos de 18 anos.Segundo os especialistas, o que torna os dados mais perturbadores é o fato de não existir uma solução simples para o problema do abuso sexual infantil.

"A maioria das pessoa não conhece essas estatísticas", explica Vitoria Strong, que dirige o Centro Front Range de Prevenção de Ataques, que promove projetos educacionais nas escolas para a prevenção de abusos sexuais. "Não creio que a maioria dos distritos escolares preste a atenção devida ao problema", afirma Strong. "Isso até que algo de ruim aconteça".Strong e outros especialistas dizem que embora seja comum que os adultos advirtam os filhos a respeito do perigo muito raro de seqüestro por um desconhecido, os estudos revelaram que a maioria dos perpetradores de abusos sexuais é composta por parentes, amigos, professores, técnicos esportivos e clérigos. Irmãos e primos mais velhos também podem cometer abusos sexuais.

E os especialistas dizem que nem mesmo a melhor educação preventiva para as crianças jovens é suficiente."Não se pode esperar que as crianças protejam a si próprias", explica Mary Wyman, conselheira da organização Lost and Found, em Wheat Ridge, no Colorado, que trabalha com vítimas e perpetradores dos ataques sexuais. "As crianças são muito programadas para se submeterem à autoridade", afirma Wyman. "E os indivíduos que atacam as crianças são hábeis em suas ações. Eu nunca conheci um molestador sexual que fosse desagradável".

Sendo assim, os adultos necessitam de dicas específicas sobre como identificarem o potencial perpetrador, dizem os especialistas. Mas quando os distritos escolares oferecem aulas de educação aos pais para a prevenção do abuso sexual, poucos são os que participam."Existe um alto grau de negação desse problema", afirma Peter Pollard, diretor de educação pública do Stop It Now!, um programa da costa leste dos Estados Unidos cujo objetivo é proporcionar educação preventiva para adultos. "Creio, sem sombra de dúvidas, que todos nos beneficiaríamos caso nos focássemos nisso".Muitos Estados exigem que professores e funcionários de escolas informem a respeito de qualquer alegação de abuso sexual de crianças. Mas somente cerca de 60% das escolas de primeiro grau do país estão fornecendo algum tipo de educação para a prevenção do abuso sexual,afirma Pam Church, autora do popular programa Good-Touch/Bad-Touch (Toque Bom/ Toque Ruim)."O problema não é que todos os programas sejam iguais", afirma Church. "Alguns fazem um show de marionetes, que é muito divertido, mas isso não consiste em prevenção".

Church e os seus colegas da ChildHelp defendem uma educação preventiva anual que tenha início já no jardim de infância. Essa educação progressivamente detalhada tem início com três sessões de 30 minutos cada uma. Na quarta série a duração de cada sessão é de uma hora.Como muitos pais não desejam que as escolas forneçam educação sexual aos seus filhos quando estes são assim tão novos - e alguns não querem sequer que as escolas forneçam tal educação em qualquer idade -, Church e outros especialistas frisam que a educação preventiva não procura explicar os mecanismos do sexo, mas sim promover a consciência pessoal sobre o corpo, o pensamento crítico e a prevenção da violência. Mesmo assim, a questão de como alertar as crianças sobre uma questão tão difícil continua sendo complicada.

No Distrito Escolar de Boulder Valley, ao norte de Denver, as autoridades municipais estão elaborando há três anos um programa preventivo abrangente - mas ainda não implementaram integralmente as sessões em sala de aula.A funcionária Katy Fleming lamenta o atraso, e acrescenta: "Todos entendem o fato de que uma criança que foi sexualmente abusada não aprenderá as lições na escola".Esse fato é claro para Patricia. Embora tenha sido uma aluna brilhante antes de ser vítima do abuso, o trauma que sofreu a confundiu tanto que ela teve que, em certos momentos, recorrer à cola nas provas para passar de ano."Eu urinava nas calças", conta ela. "Tive vários ataques de ansiedade. Aos dez anos, estava consumindo álcool".

Histórias individuais como a de Patricia sublinham os crimes denunciados que constam do banco de dados do NIBRS e as conclusões assustadoras a respeito das idades das vítimas de ataque sexual. Mas o banco de dados tem as suas limitações. Como ele é de caráter voluntário, e relativamente novo, muitas cidades grandes não estão contribuindo. Os dados do NIBRS são também limitados, dizem os especialistas, pelo fato de a maioria dos estupros e ataques sexuais cometidos contra crianças jovens nunca serem denunciados, ou só serem notificados vários anos depois.

Os pais têm procurado cada vez mais os programas de educação sobre abuso sexual para ajudarem a manter as suas crianças seguras.Kathy Smith, de Louisville, no Colorado, recentemente participou de uma aula do grupo Parenting Safe Children (Criando os Filhos com Segurança) a fim de aprender mais sobre como proteger Aiden, o seu filho de dois anos e meio. As aulas frisam que a responsabilidade pela proteção dos filhos é dos adultos, diz Feather Berkower, a diretora do programa. Os pais aprendem perguntas utilizadas para avaliar outros adultos, como técnicos esportivos ou os pais de um amigo na casa do qual o filho passará a noite. A aula também fornece dicas sobre como proporcionar às crianças maior controle e consciência. Por exemplo, enquanto ensina Aiden a usar o vaso sanitário, Smith atualmente aproveita esse momento para dar nome às partes do corpo e para incutir conceitos que formam os blocos construtores que vão propiciar uma melhor comunicação à medida que Aiden cresça."Quem é o chefe do seu corpo?", pergunta Smith ao filho. "Você é o chefe do seu corpo".
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AVISO
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27.2.07

FREQÜENTE, PROGRESSIVO E TRAIÇOEIRO, MAS BANALIZADO POR QUASE TODOS NÓS

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São muitos os problemas que podem levar as pessoas ao sofrimento, ao desajuste, ao desespero e à extrema necessidade de ajuda. Doenças mentais, dependência química e falta de ambiente propicio à formação da personalidade durante as fases de desenvolvimento podem ser apontados entre os mais comuns. Mas, no desdobramento das diversas formas de dependência, um dos problemas mais freqüentes, progressivos, traiçoeiros e também de conseqüências trágicas é o alcoolismo.

Ter noção do que é o alcoolismo, suas causas, seus sinais e das suas formas de evolução é muito importante, tanto para o dependente quanto para as pessoas que queiram ajudá-lo.

Essas explicações detalhadas, que incluem dicas para saber se alguém é dependente ou não, estão disponíveis numa página de AA.
Clique aqui para acessar. Neste outro link você encontrará um método simples para avaliar se uma pessoa está bebendo demais .
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12.2.07

VOCÊ OROU HOJE?

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"Hoje, Senhor, agradeço pela noite maravilhosa, pelo cobertor que me aqueceu, pelo meu alimento, por mais um dia de trabalho. E principalmente por mais um dia de vida. Abençoa, Senhor, meus amigos e inimigos, porque eles também precisam de Ti. Abençoa, Senhor, o meu amigo que está lendo esta mensagem agora."
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7.2.07

HOMENS TEMIDOS

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"Aqueles que amam ser temidos temem ser amados, e eles próprios são mais medrosos do que todos, porque enquanto os outros homens temem apenas a eles, eles temem a tudo."

(São Francisco de Assis)
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29.11.06

ATIRE A PRIMEIRA FLOR

Quando tudo for pedra, atire a primeira flor.
Quando tudo parecer caminhar errado, seja você o primeiro passo certo. Se tudo parece escuro, se nada puder ser visto, acenda você a primeira luz, traga para a treva, você primeiro, a pequena lâmpada.
Quando todos estiverem chorando, tente você o primeiro sorriso; talvez não na forma de lábios sorridentes, mas na de um coração que compreenda, de braços que confortem. Se a vida inteira for um imenso não, não pare você na busca do primeiro sim, ao qual tudo de positivo deverá serguir-se.
Quando ninguém souber coisa alguma, e você souber um pouquinho, seja o primeiro a ensinar, começando por aprender você mesmo, corrigindo-se a si mesmo. Quando alguém estiver angustiado à procura, consulte bem o que se passa, talvez seja em busca de você mesmo que este seu irmão esteja. Daí, portanto, o seu deve ser o primeiro a aparecer, o primeiro a mostrar-se, primeiro que pode ser o único e, mais sério ainda, talvez o último.
Quando a terra estiver seca, que sua mão seja a primeira a regá-la. Quando a flor se sufocar na urze e no espinho, que sua mão seja a primeira a separar o joio, e arrancar a praga, a afagar a pétala, a acariciar a flor. Se a porta estiver fechada, de você venha a primeira chave. Se o vento sopra frio, que o calor de sua lareira seja a primeira proteção e primeiro abrigo. Se o pão for apenas massa e não estiver cozido, seja você o primeiro forno para transformá-lo em alimento.
Não atire a primeira pedra em quem erra. De acusadores o mundo está cheio! Nem, por outro lado, aplauda o erro. Dentro em pouco, a ovação será ensurdecedora. Ofereça sua mão primeiro para levantar quem caiu. Sua atenção primeiro para aquele que foi esquecido.
Seja você o primeiro para aquele que não tem ninguém.
Quando for espinho, atire a primeira flor.
Seja o primeiro a mostrar que há caminho de volta, compreendendo que o perdão regenera, que a compreensão edifica, que o auxílio possibilita e que o entendimento reconstrói.
Atire você, quando tudo for pedra, a primeira e decisiva flor.


(Extraído por cópia livre da revista Terceiro Milênio, sem indicação de autor - A Flor da Vida Editora - Ano 5 – número 59 – novembro de 2006 – Brasília-DF).


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16.10.06

METAFÍSICA DA SAÚDE

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A Editora Vida & Consciência está publicando a coleção Metafísica da Saúde, que procura esclarecer, pela ótica metafísica, mas com linguagem bem simples e didática, questões como: por que desenvolvemos um tipo de doença em um certo local do corpo e não em outro? Por que um organismo que sempre foi capaz de se adaptar e se defender, fica doente de uma hora para outra?

Segundo os autores, a metafísica moderna tem investigado e encontrado dramáticas e surpreendentes leis que nos revelam como funcionamos. A partir desses avanços, a obra procura levar ao público leigo uma nova visão de vida e ensinar a compreender os sinais do corpo muito antes que a doença chegue.

Os autores são Luiz A. Gasparetto (psicólogo) e Valcapelli (terapeuta holístico).

No volume 3 da coleção existe um capítulo dedicado ao sistema endócrino e outro ao sistema muscular. Desses capítulos, pincei trechos que tratam da OBESIDADE e da TENDINITE, dois dos problemas que atualmente afetam muita gente (cópia livre, sem fins comerciais). Vale a pena conferir, abaixo .

OBESIDADE

Necessidade de sentir-se acolhido.

"No âmbito metafísico, o aumento de peso está relacionado com a fragilidade interior, que se compara a uma imaturidade emocional. A pessoa sente-se despreparada para lidar com algumas situações, geralmente na relação familiar ou afetiva, mas pode ser também de ordem profissional ou social.

Assustada com o desenrolar dos fatos, sente-se desamparada. Em vez de enfrentar as dificuldades do ambiente, recorre aos subterfúgios para atenuar suas frustrações.

Um dos mecanismos de fuga mais freqüentes é a alimentação. A pessoa precisa estar sempre mastigando alguma coisa para atenuar o ócio ou extravasar a indignação. Também o prazer do alimento compensa o desconforto da realidade, preenchendo o vazio interior. A compulsão pela comida é uma queixa freqüente nos casos de excesso de peso. Não se consegue comer moderadamente, respeitando os limites alimentares. A comida passa a ser uma obsessão difícil de ser controlada.

Outra forma de compensar é por meio das faculdades mentais. Os obesos são dotados de uma imaginação fértil. Avaliam as situações com muito mais meticulosidade. Destacam-se pela extraordinária criatividade, tornam-se excelentes estrategistas.

A agilidade mental é tão grande, que mesmo sozinhos, começam a fantasiar histórias com outras pessoas ou situações e precisam bolar um plano para saírem vitoriosos de supostas batalhas travadas em sua mente. Ficam tão desgastados só de imaginar as confusões ou dificuldades, que se abstêm das ações diretas.

Enquanto ficam pensando em tudo que precisam fazer, emitem impulsos mentais para o organismo que, em virtude disso, se prepara para exaustivas atividades, armazenando uma série de nutrientes absorvidos na digestão, principalmente as gorduras, que servem de combustível para o corpo na hora de realizar as tarefas planejadas. Como não ocorre a execução, a força de ação é sabotada, provocando um acúmulo de tecidos gordurosos, que vão contribuir para o aumento de peso.

As pessoas que sofrem com o aumento de peso são entusiastas, vivem repletas de expectativas, muitas delas infundadas, criando um universo de sonhos. Geralmente, se distanciam da realidade, mergulhando em suas fantasias. Querem ser mais do que realmente são, no entanto têm dificuldade para concretizar seus anseios.

Quando vão realizar algo, não se comportam de maneira organizada. Tentam fazer várias coisas ao mesmo tempo, comprometendo a efetivação de cada uma delas. Não bastasse essa agitação, ainda se põem a opinar em tudo, assumindo responsabilidades excessivas. Tornam-se displicentes com o que realmente tem a ver com elas. Não possuem a determinação necessária para concluir as tarefas em andamento. Preocupam-se demasiadamente com o andamento de tudo, mas não se dedicam objetivamente na efetivação daquilo que é prioritário. Projetam muito mais do que são capazes de realizar.

Esses indivíduos estão sempre insatisfeitos com os resultados obtidos nas situações ao redor, tanto pela sua própria ineficiência quanto pelas expectativas projetadas sobre os outros. Amargam fracassos familiares ou profissionais, frustrando sua vontade de interagir com o meio.

Alguns se isolam, permanecendo apáticos; outros procuram meios para chamar a atenção das pessoas, com chantagens ou histórias fantásticas. Há também quem aja com estupidez, para exercer certo domínio por meio da persuasão e do medo.

Nada disso, porém, irá preencher a pessoa o suficiente. É um engodo que a distrai, afastando-a de sua realidade interna, que precisa ser reformulada.

Não dependa do destaque alcançado, para sentir-se aceito e conseqüentemente integrado ao meio em que vive. Sinta-se bom o bastante, respeitando as devidas proporções de sua penetração diante daqueles que o cercam. Não cometa exageros. Seja simplesmente você, porque esse é o maior tesouro que se pode alcançar na vida.

( ................... )

O próprio medo de perder as pessoas queridas leva-as a agir de maneira nociva para as relações, ocasionando a temida perda. A felicidade afetiva depende do bom desempenho de cada um na relação. A dificuldade de um reflete-se diretamente na convivência do casal ou da família, interferindo na harmonia do lar.

A excessiva atividade mental das pessoas que sofrem com o aumento de peso provoca ansiedade, que é desenvolvida basicamente pela dificuldade de a pessoa interagir com o vazio do momento, que precede uma ocasião especial. Em vez de preparar-se relaxando, ela se preocupa com o desfecho, deslocando-se para o futuro.

A ansiedade impede que se vivam intensamente as experiências, integrando-se com a realidade presente. Ficar preso ao passado e imaginar como será o amanhã provoca uma intensa atividade mental e, conseqüentemente, grande desgaste de energia em vão.

O excesso de peso revela falta de habilidade para aguardar o momento certo para agir. Temendo insucessos, a pessoa se previne, elaborando uma série de planejamentos para garantir resultados promissores.

Confiança em si próprio e nos processos existenciais é um conteúdo escasso no universo interior das pessoas obesas. Não havendo isso, o corpo proporciona um revestimento de tecido adiposo que oferece uma falsa sensação de proteção e aconchego, que não é reconhecido no meio externo.

Exemplos disso ocorrem quando alguém passa por certos problemas, como ruptura de uma relação afetiva, perda do emprego ou queda financeira, apresentando significativo ganho de peso. Isso significa que a falta de apoio afetivo ou material provoca uma lacuna emocional, que é compensada pelo revestimento de gordura no corpo.

Dedicar-se a reformular as condições interiores que figuram entre as causas metafísicas da obesidade representa um ingrediente fundamental nas dietas e exercícios que visam à redução ou ao controle do peso. Esse trabalho interior compreende, entre outras coisas, sentir-se vitorioso pelo simples fato de existir em meio aos desafios existenciais, considerar a capacidade de superar obstáculos e expressar o potencial.

Não dependa dos bons resultados exteriores para promover a auto-estima e elevar o amor-próprio. Sinta-se bem o suficiente para realizar aquilo que cabe a você, sem depender do apoio ou consideração dos outros. Você é a causa de tudo e, conseqüentemente, o único responsável pela própria felicidade.

Não fique apenas nos planos mentais, traçando estratégias; dedique-se à realização. Procure pôr em prática cada pensamento, manifestando a possibilidade para realizar ou não aquilo que você está pensando. Quando o projeto for totalmente inviável, considere aqueles pensamentos como sonhos fantasiosos, que só consomem energia e distanciam você da realidade; seja objetivo e prático. Desse modo, seu corpo permanecerá em condições saudáveis e bem apresentável, sem que você precise sacrificar-se tanto com regimes e exercícios.

Você merece um corpo saudável e em boas condições; para tanto sinta-se bom o bastante para fazer aquilo que cabe exclusivamente a você. Não dependa dos outros nem de resultados concretos para seu bem maior."


TENDINITE

Irritação ou autocobrança na hora de executar as tarefas.

"Metafisicamente, a tendinite expressa no corpo uma maneira conturbada de executar as atividades. A pessoa quer ser extremamente rápida para concluir seus afazeres. Com isso, atropela uma série de outras atividades de menor importância ou rotineiras mas que são indispensáveis. Dar as costas ao que precisa ser feito, mesmo não sendo urgente, é uma atitude displicente. Isso acumula atividades que vão exercer certa pressão durante o tempo que a pessoa estiver se dedicando a seu principal objetivo.

Também o ritmo estabelecido para executar as atividades é praticamente impossível de ser cumprido. Quando faz um planejamento, a pessoa não prevê nenhum inconveniente que possa absorver sua atenção, ocasionando eventuais atrasos.. Muito da sobrecarga é causado por falta de planejamento, inflexibilidade para administrar os imprevistos e também pela resistência em admitir e integrar-se à realidade dos fatos. A seu tempo, tudo poderá ser realizado sem que a pessoa se estresse demasiadamente.

A pessoa quer ser eficiente para agradar aos outros e provar a eles que é competente, para assim ser valorizada e respeitada.

A tendinite afeta as pessoas que são eficientes e realizam suas tarefas com grande precisão mas não se valorizam nem reconhecem seu potencial. Por isso, buscam obter o respeito e a consideração dos outros por meio de suas obras.

(............)

Não sabe lidar com prazos para entrega de trabalhos; sente-se pressionada, afetando o desempenho; vive se cobrando e, não raro, pune-se pela ineficiência no trabalho quando não cumpre com o previsto, dentro de uma atividade. Quer fazer mais do que é possível em um determinado espaço de tempo, ocasionando muita tensão e estresse no exercício de suas funções.

A tendinite também poderá ser decorrente da execução de tarefas que a pessoa não suporta mas precisa realizar. Nesse caso, suas ações passam a ser automáticas, ficando irritada, o que abala a harmonia interior. Não faz o que gosta ou deixa de gostar daquilo que sempre curtiu fazer, transformando em obrigação o que sempre foi motivo de satisfação."
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